quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Led Zeppelin - Houses of The Holy - 1973.


1."The Song Remains the Same"   5:32
2."The Rain Song"  
  • Page 
  • Plant
7:39
3."Over the Hills and Far Away"  
  • Page 
  • Plant
4:50
4."The Crunge"  
3:17
Side two
No.TitleWriter(s)Length
5."Dancing Days"  
  • Page 
  • Plant
3:43
6."D'yer Mak'er"  
  • Bonham 
  • Jones 
  • Page 
  • Plant
4:23
7."No Quarter"  
  • Jones 
  • Page 
  • Plant
7:00
8."The Ocean"  
  • Bonham 
  • Jones 
  • Page 
  • Plant
4:31

Led Zeppelin.

Robert Plant - lead vocals.
Jimmy Page - guitars.
John Paul Jones - bass guitar and melotron.
John Bonham - the drums.

A banda lançou seu primeiro disco no começo de 1969, apresentando um hard rock pesadíssimo e revolucionário para a época, com um blues eletrificado sensacional, alias, o segundo disco tambem de 69 vai na mesma vibe. Plant mandando uns agudos da hora, Page com riffs e solos matadores, Jones seguro na marcação do baixo, com competência e não se limitando apenas a marcar o tempo, seu baixo tem personalidade, e na bateria temos o elefente John Bonham, que toca com um enorme peso e potência, o som de seus tambores, em especial o bumbo, é tronitoante.

O terceiro disco do Led, lançado em 1970, já vai mais na linha do folk rock, com deliciosas nuances acústicas, mas mantendo o peso habitual em algumas faixas.

Enfim vamos analisar o disco em questão, Houses of The Holy, lançado em 1973.
O disco apresenta uma enorme diversificação de estilos, indo do hard-metal, ao prog, folk com passagens acústicas, passando pelo reggae e até funk de The Crusher.

O disco é todo excelente do começo ao fim, destacando Rain Song, uma musica emocionante com dedilhados lindos de violão mixando-se com um timbre belo e melancólico do melotron de Jones. No  Quarter é uma levada bem legal com piano elétrico, com todos os músicos e o vocal de Plant soberbo, em uma canção épica. A abertura do disco com The Song Remains the Same abre com grande estilo, em uma introdução excepcional, ao entrar a parte com vocal a musica se torna mais lenta, mas é bela em todas as partes. O reggae de Dyer MaKeer conseguiu fazer eu, um cara que não curte o estilo, gostar dessa faixa, tamanha a competência da banda.

Enfim, Houses of The Holy ser ou não o melhor disco da banda vai do gosto de cada um, porém é inquestionável que é um belo clássico do rock.

Se você ainda não conheçe, corra atrás com prioridade....é um disco obrigatório.